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4 pequenas histórias curiosas sobre fantasmas

Hoje eu resolvi contar para vocês algumas pequenas histórias de fantasmas baseadas em fatos, fotos e relatos. Claro que eu não sou do tipo que acredito em tudo o que leio sobre assombrações, inclusive me interesso muito em desmascaramento de farsas, mas até que me provem ao contrário...É melhor acreditar que há algum fundo de verdade nessas histórias, porque nunca se sabe.

Fantasmas foto bomber

Após a mudança para uma nova casa no Estado do Texas, lá nos EUA, a família Cooper, resolveu tirar uma foto na sala de jantar, para que aquele momento ficasse registrado para sempre. Então o Sr. Cooper pegou a sua câmera fotográfica e bateu uma foto de sua esposa e sua sogra segurando os dois filhos do casal.

Pelo sorriso estampado no rosto das crianças e das senhoras, com certeza elas só perceberam que havia um intruso na foto após elas terem sido reveladas. O intruso na verdade era o espectro deste homem dependurado de ponta-cabeça no teto, como estivesse querendo pegar algo em cima da mesa (ou talvez uma das crianças que estavam no colo, vai saber.).

Com a assustadora foto em mão, o Sr. Cooper procurou um médium e fizeram uma limpeza na casa. Aparentemente deu certo porque nunca mais houve qualquer notícia de algo incomum acontecendo com aquela família.

Algumas pessoas ao longo dos anos têm tentado provar que esta foto ao lado foi digitalmente manipulada, que é uma grande farsa, uma montagem. Mas quem sabe? Até agora nada foi realmente provado. E talvez nunca seja.

Chamando a enfermeira Morte

Existem duas histórias bastante sinistras envolvendo um hospital do condado de Bexar.

Entre 1977 e 1982, a enfermeira Genene Jones matou ao menos 11 crianças dentro deste hospital. Ela os envenenava e então voltava para os resgatar e os salvar. Terrível, não? Essa história foi acompanhada pela mídia e em 1985 Genene Jones foi condenada a 99 anos de prisão.

Porém, existe uma outra história que começou a ser investigada quando os pacientes do hospital começaram a morrer de uma forma muito estranha. A morte visitava quarto por quarto, seguindo uma sequência que começava com o paciente do quarto 201 e depois seguia para o 202, 203 e 204. Os enfermeiros e os médicos ficaram muito curiosos quando começaram a ouvir pacientes falando sobre uma enfermeira vestida com um uniforme antigo.

Para desencargo de consciência alguns dos funcionários do hospital se reuniram para assistir as fitas das câmaras de segurança e viram os pacientes falando com alguém invisível. Até aí seria fácil de explicar. Mas, o que dizer sobre as persianas se fechando sozinha, tubos de traqueostomia sendo arrancados por uma força invisível? Eles ficaram perplexos e sem saber o que deviam fazer, até que  o paciente de um dos quartos da sequência mortal recebeu alta e as mortes pararam de acontecer. Desde então dizem que todas as equipes são orientadas a não deixarem todos aqueles quartos serem ocupados ao mesmo tempo, exceto em caso de extrema necessidade.

Uma brasileirinha

Reza a lenda que em meados dos anos 70 houve um acidente envolvendo um carro que foi jogado para fora da estrada que liga Teresópolis a Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro. A motorista ficou gravemente ferida e acabou morrendo no local enquanto as equipes de resgate ainda sequer haviam sido acionadas.

Desde então, vez ou outra, alguns motoristas relataram ter visto em diferentes ocasiões, uma mulher loira caminhando na lateral da pista, tentando chamar a atenção de alguém, aparentemente precisando de ajuda.

Logo que consegue a atenção de algum motorista, a loira se aproxima da janela e fala sobre um acidente, sobre alguém precisando de ajuda “lá embaixo”, o que todos nós imaginaríamos que seria na parte serrana, em meio ao matagal. Só que não.

Quando o motorista sai do carro para dar uma olhada para o ponto que a loira indica e que não fica tão longe dos limites laterais da estrada, ele vê um veículo com as quatro rodas para o ar e uma pessoa atirada para o lado de fora. Ao tentar chegar mais perto, o motorista percebe que a pessoa que está jogada para fora do carro é justamente a mulher que havia o parado no acostamento, o que por si só já seria de matar qualquer um de susto ou correr como se não houvesse amanhã. Os mais corajosos que permanecem parados, atônitos, no local do acidente, logo percebem que a mulher desapareceu da pista e ao voltarem a olhar novamente para o local do acidente, o carro e a vítima esvanecem-se no ar como se tivessem sido apenas uma miragem.... Ou, quem sabe, um fantasma.

Fantasmas também pegam táxi

De acordo com histórias contadas por sete taxistas diferentes da cidade de Ishinomaki, alguns fantasmas japoneses estão andando por aí sem perceber que não pertencem mais a este mundo.

Ishinomaki foi uma das cidades atingidas pelo Tsunami de 2011 e lá morreram pelo menos 6.000 pessoas.

Yuka Yudo, estudante de ensino médio, esteve na cidade após o Tsunami e durante a sua visita perguntou a alguns taxistas se tinham presenciado algo de incomum após a tragédia. Alguns diziam não ter visto nada, mas alguns deles tinham histórias bastante semelhantes sobre fantasmas – que em um primeiro momento pareciam passageiros normais, pedindo um táxi – mas que desapareciam do banco de trás antes de chegarem ao destino.

Numa dessas corridas, um dos motoristas pegou uma passageira que logo após entrar no banco de trás do carro, pediu que ele a levasse a um bairro que desapareceu após a tragédia. O motorista a olhou pelo espelho retrovisor e acreditando que a passageira havia se enganado, contou a ela que o bairro havia sido completamente destruído pelas ondas do Tsunami. A passageira por um momento pareceu surpresa, mas então com o olhar desolado, ela perguntou: - então eu estou morta?

O motorista deu um pulo no banco e ao virar-se para olhar para o banco de trás, ela havia simplesmente desaparecido.